sábado, 31 de agosto de 2013

Bye Bye Agosto

Um mês que se avizinhava incerto quanto ao tempo.
Na realidade um mês cheio de calor e muito sal na pele. Um mês de jantares com o perfume da maresia, e o pôr do sol ainda com o pé na areia. Agosto é sinónimo de férias e estas tão bem merecidas e tão saborosas. A julgar pelo ano passado, que passei todos os meses de Verão a trabalhar, este ano Agosto soube-me melhor.
Hoje, no último dia do mês ficam as recordações ainda tão frescas do sabor dos cocktails e dos batidos à beira mar, ficam as fotografias que ainda transmitem calor, e a esperança de para o ano Agosto, seja ainda mais colorido e mais feliz! :)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Summer report #1

Estava mesmo a precisar. Uns dias longe de tudo e de todos. Precisava de arrumar a cabeça e o coração. Era mais do que essencial uns dias a dois para estabelecermos metas e prepararmos o futuro. Um futuro que precisa ser delineado e ajustado pelo que aí vem.
Olhar o horizonte. Esquecer o mundo lá fora e viver os momentos, o presente e o que a vida tem de melhor para nos oferecer.
E cada vez fico mais apaixonada pelo nosso país, pelo nosso sol e pelas nossas praias.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A perfeição de dias imperfeitos


A vida nem sempre nos corre de feição. Temos problemas, desavenças e o mundo perfeito que idealizamos outrora não existe. Precisamos de pôr as ideias no lugar. Sair do sítio do costume e abrir horizontes. Muitas das vezes é preciso somar o verbo acreditar com o verbo querer. Desistir deve ser sempre a última opção, ou de preferência nem ser opção.
Depois de assentar ideias voltar à rotina, deixar a vida de todos os dias comandar as horas e os minutos da vida imperfeita que cabe a cada um de nós torna-la o mais cor de rosa possível.
Enjoy life

sexta-feira, 26 de julho de 2013

2 anos ♥

2 anos.
2 anos a botar faladura por estes lados. Parece que foi ontem que decidi arrancar com este meu diário de bordo e já faz dois anos. Está crescido o pequenote.
Parabéns a este meu cantinho por me acolher tanta vez e secar as minhas lágrimas, receber os meus sorrisos e contemplar as minhas gargalhadas. Parabéns a mim por não desistir de escrever mesmo quando a vontade é nula. Parabéns a vocês por desse lado lerem em silêncio ou serem daqueles que comentam a dar força a incentivo para dias melhores.
Obrigada por estarem aí ao longo destes 2 anos.
Parabéns Diário de uma ruiva

domingo, 7 de julho de 2013

Julho


Começou tímido. Começou muito diferente do que o anterior acabou. Junho deixou-nos com dias de muito calor, praia, sol, cremes e cheirinho bom a mar. Julho testou-nos. Iniciou com dias frios e a fazer crer na veracidade de que iríamos ter um Verão frio e muito pouco dado a praia. Não bastou para se revelar e os dias de calor imenso que se têm feito sentir são qualquer coisa de anormal. Não, não me estou a queixar do calor, porque estamos em altura dele, mas confesso que tenho sofrido um pouco à custa dos 40º que não teimam em baixar nem à noite.
Assim sendo, praia e horas tardias para chegar a casa, têm sido o mote do fim de semana :)





segunda-feira, 17 de junho de 2013

E é isto...

Bikini vestido, havaiana no pé. 
Um temporal lá fora que só me restou ir aquecer uma botija de água quente e ir-me enrolar nos cobertores. Sim é verdade... estamos em Junho e eu estou com uma botija de água quente nos pés.... Waht else??

Conjugar o verbo GOSTAR

Não que viva muito longe do campo e que me sinta a viver na cidade, aquela cidade poluída, aquela cidade atolada de trânsito e barulho. Mas a realidade é outra, admito. 
Os meus 17 anos a viver à beira mar [daquele mar], os pés descalços na estrada, sem medos e receios, o simples acto de descer a rua e ir comendo as amoras que ia apanhado, apanhar uma alface para o jantar mesmo ali atrás de casa, dar um mergulho na piscina e comer sardinha enquanto o bikini pinga as últimas gotas de água... são algumas muitas das saudades que sinto de casa. Aquela casa que me acolheu durante tantos anos e que agora é a casa dos pais, onde se vai almoçar ou jantar. É uma treta. Adorava ser criança outra vez :)
E o bom de voltar é as coisas boas que só o campo nos pode dar. Um ninho de melros no meio dos arbustos e as mil e uma flores dos jardins da minha mãe que me fazem perder de vista e ficar indecisa sempre que colho algumas para alegrar a minha casinha. As cores são outras e a beleza é maior, venha quem vier.
Por isso gosto sempre de voltar. Gosto do cheiro e do verde. Gosto da cor do mar e do cheiro às dunas. Gosto da minha casa. A minha eterna casa.






quinta-feira, 13 de junho de 2013

Há dias assim



Há dias assim. Em que os nervos apertam, as dúvidas assombram-nos e os medos voltam.
Há dias assim. Em que o sol nasce tímido e as nuvens sobrepõem-se aos seus encantadores raios.
Há dias assim. Em que os dois falamos pouco para não errar. Apenas damos as mãos e através do olhar sorrimos, porque sim é verdade.
Há dias assim. Em que tudo começa com incertezas, mas lá no fundo só pode queremos que acabe bem!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

10 de Junho e o nosso Portugal



Um feriado importante. Daqueles feriados em que todos deveríamos andar vestidos de verde e vermelho por gosto e orgulho à pátria. Pelo menos eu sinto isso. O nosso país pode estar virado do avesso mas o meu gosto e encanto por este bocadinho de terra é imenso. Por mais que viaje o gosto e a alegria de voltar a casa, a este meu Portugal, é sempre imenso. 
Por isso, neste 10 de Junho o feriado tem sabor a cozido à Portuguesa e a arroz doce. Por cá o pijama sim é verde e o tempo lá fora, dado que teima em ser cinzento, obriga a um programa caseiro que vai passar por sofá, televisão e um carradão de fruta, que não estamos em tempo de abusar.
Para quem me lê por estas bandas, bom feriado! Para os restantes que têm Portugal no coração bebam uma mini e comam uns tremoços ao final do dia... há lá coisa mais Portuguesa do que uma 'bejeca'? :)

terça-feira, 4 de junho de 2013

O medo



Desde o dia em que deixamos de ser chamadas de mães que os medos se apoderam de nós. Primeiro é o medo de sair de casa, de enfrentar o mundo lá fora... de enfrentar a realidade da perda. Depois vem o medo dos exames, o medo das dores que enfrentámos outrora, o medo dos médicos e de pisar o chão da maternidade. Temos medo da realidade que enfrentámos e que é triste, só pode mesmo ser. Hoje o medo é outro. O medo é só nosso. É um medo pequenino só no nosso interior. Temos medo quando chegam os resultados dos exames, quando vamos ao médico, quando esperamos ansiosas na sala de espera e o que mais queremos ouvir é que está tudo bem.
Hoje, após seis meses de ter deixado de ser mãe sinto-me pequenina e cheia de medo. Cheia de medo do futuro. Medo dos dias que se avizinham. Medo da palavra mãe.
Hoje sinto que cresci e que sou uma grande mulher. Ultrapassei e pulei obstáculos que nunca pensei conseguir... mas mesmo assim sou pequenina. Recorro ao colo da mamã sempre, porque só aí me sinto plenamente protegida. Hoje passado seis meses sei que sim, que um dia a quem eu chamo mãe irão chamar avó. Sempre o soube desde o dia em que soube que ia ser mãe. E hoje passado seis meses de o deixar de ser sei que sim, que essa vontade se mantêm e ainda bem porque só assim sabemos que está tudo bem...