terça-feira, 17 de abril de 2012

Ver ou não ver o Telejornal eis a questão


Acho que vou mesmo deixar de ver o Telejornal.
Não se ouve mais nada senão os problemas que o país atravessa, a crise, a conjuntura económica, a crise, os problemas financeiros, a crise e a crise. Os valores absolutamente records de desempregados e famílias que simplesmente não conseguem manter os filhos na faculdade pela falta de dinheiro.
E eu pergunto, onde é que isto vai parar? Quando é que este pesadelo termina? Acho que prefiro viver na ignorânica, evitando saber as notícias do país e do mundo, do que saber em tempo real tudo e mais alguma coisa, somando ainda mais tristeza aos meus dias, por não ver soluções para os meus problemas nem um futuro próximo risonho. Enquanto a tristeza me invade e aumenta dia após dia, continuo na saga de acabar com as amêndoas cá por casa não vá as 'piquenas' se estragarem, e isso é que não!

17.04.2012 - 7 Months


Com o tempo são as fotografias que ficam e são elas que nos fazem sorrir outra vez só de pensar naquele dia.

domingo, 15 de abril de 2012

Missão Cumprida

 

Pois que consegui meter-me dentro do vestido que tinha idealizado levar ao casamento. Pois que estava um dia daqueles em que mesmo dentro de um casacão (tive que desistir do casaquinho de pêlo) rapei frio e só mesmo a dançar consegui esquecer o temporal que estava lá fora. Foi um casamento lindo e cheio de diversão. O tempo não ajudou mas as pessoas que o completaram conseguiram somar sorrisos e isso foi o mais importante.
E assim continuam a acontecer os casamentos daquelas amigas que dizemos em voz alta ESPECIAIS.



sexta-feira, 13 de abril de 2012

Páscoa 2012

 

A Páscoa cá por casa foi muito animada. Foi um entrar e sair de crianças e adultos. Foi um mostrar a casa sempre que entravam familiares e amigos que ainda não conheciam o nosso cantinho e apesar do dia frenético foi tudo muito recompensador. Na noite anterior tinha sido a despedida de solteira da minha prima pelo que o facto de ter chegado a casa às seis da manhã não ajudou muito. No dia anterior tive que deixar tudo pronto, porque na manhã de Domingo sabia que ia prolongar a minha posição horizontal pelo máximo de tempo possível e não podia haver deslizes. Era a "nossa" primeira Páscoa. 
A mesa vestiu-se de verde como que se de um campo se tratasse e a decoração foi composta por muitos ovinhos que eu própria fiz, revestidos a tecido. Tudo feito com muito amor. Tudo feito com muito carinho por moi même porque na verdade era para receber quem tanto acarinhamos.





 






 



Cross your fingers



Hoje é a prova de fogo. Hoje à noite vou ficar a saber se terei que abortar ou não a missão vestido azul. O mais certo é que sim porque sinceramente não me deu para privações. Já me bastam as privações que a vida me têm imposto e sinceramente não me apeteceu privar de saborear os restos da Páscoa e trincar as últimas amêndoas que imperam cá por casa.
Contudo, já me precavi de um belo de um blazer ou de um belo de um casaquinho de pêlo [conforme as temperaturas] porque amanhã não vai fazer calor não senhor. Com vestido azul ou sem vestido azul o que é certo é que o pêlo já mora cá em casa com o intuito de ser o meu melhor amigo no dia de amanhã. Venha o frio que eu estou preparada para ele.
Agora vou só ali tirar a penugem deste corpo, comprar uma gravatinha nova para o Sr. cá de casa e mais tarde dou notícias.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fail or not to fail

Há momentos da nossa vida que sabemos que não podemos arriscar. Que mais vale estar paradinha e ver o comboio passar do que apanhar esta viagem e mais tarde olhar para trás e perceber que o melhor era ter apanhado o comboio seguinte. Há momentos assim, mas depois também há momentos em que sabemos que arriscando ou não a vida já está virada do avesso e o 'não' é a única coisa garantida. Eu quero arriscar, porque mesmo não sabendo se é ou não a melhor opção, tenho a certeza que quero ser feliz. E essa certeza é tão, mas tão grande, que mesmo arriscando e falhando vou ser feliz certamente.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Toca a votar no blogue Pratos e Travessas


Se há talento em que acredito e que sem dúvida apoio e vou apoiar é o talento da nossa querida Mónica Pinto. Recebi com muita alegria a sua nomeação para Melhor fotografia de comida e Melhor fotografia única de comida pela Revista Saveur. Por acreditar tanto no seu trabalho e ter tido o privilégio de à poucas semanas aprender com esta grande senhora deixo-vos um apelo. Votem. Votem, para que entre tantas nomeações ganhe alguém que realmente tem muito talento e é 100% Portuguesa :)
Basta registarem-se no site da Revista Saveur e seguirem estes 2 links:
Best Food Photography Blog e clicar em Pratos e Travesas
Best Single Food Photo e clicar em Pratos e Travessas.
 
Deixo-vos com algumas fotos que eu própria tirei no Workshop dirigido pela Mónica para perceberem que ela merece mesmo ganhar! Quando for grande quero fotografar como ela :) 
 

 






Casamento molhado, casamento abençoado

  

Pois sim, pois sim. Dizem que sim, mas eu é que não queria saber nada disso. Quando me diziam que se estivesse a chover o meu casamento ia correr ainda melhor eu torcia o nariz porque para abençoar um casamento estão cá os noivos, não precisam de chuva. No meu safei-me e estava um diazão. Mas caramba, este sábado vai estar a chover e eu detesto casamentos com chuva. É ver a malta com frio sem poder ir para os jardins beber uns Martinis, é ver tudo despenteado e com casacões às costas e eu estou triste. Queria que a minha prima tivesse um dia mágico, com um céu azul como pano de fundo. Não só por ela confesso, mas também por todos nós que vamos rapar um friozão.
E perante os factos da meteorologia apenas me resta dizer que vai haver muito pé de dança porque se não podemos sair de zona coberta, toca de abanar o esqueleto para aquecer.
Venha sábado. Estou super ansiosa :)

terça-feira, 10 de abril de 2012

Vamos ver quem ganha!

O cabrão do cão do vizinho [desculpem as/os mais sensíveis, mas nesta matéria tenho mesmo que me exteriorizar senão dou em doida] dorme toda a santa tarde e ladra toda a santa manhã e toda a santa noite.
Ando a ficar doida com isto, ainda para mais agora que estou tanto tempo em casa.
Vou à varanda e mando-o calar, berro comigo própria para não andar sempre a berrar com ele, ponho tampões nos ouvidos para não o ouvir, fingo que está tudo bem enquanto sinto o sangue a ferver dentro de mim e sei que as coisas estão mesmo a ficar pretas quando me apercebo que estou a travar uma batalha com um cão porque o estúpido do dono não se impõe. Um cão! Uma merda de um cão que quando eu o mando calar ele ladra em tom de resposta como quem diz "cala-te tu".
Pois que hoje dei por mim na janela do escritório a abrir tanto os olhos e a ranger os meus próprios dentes para o cão, que o pobre [pobre uma bela merda] olhou para mim e vai de se esconder dentro da casota. Não ladrou mais durante a manhã. Acho que neste momento estou em vantagem neste confronto de titãns.